HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA

HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA

 HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA

As doenças mais perigosas são aquelas que não nos dão nenhum alerta, ou seja, são assintomáticas, até que haja uma crise. 

Assim é com a hipertensão arterial sistêmica, comumente chamada de pressão alta. 

Ainda que apresente algum desconforto, o mesmo pode ser confundido com um mal estar ou dores de cabeça comum, fazendo com que o paciente se quer procure o médico. 

Sintomas mais comuns 

  • Vertigem 
  • Sonolência 
  • Dor De Cabeça  
  • Dor na parte de trás do pescoço 
  • Falta de ar 
  • Visão borrada ou dobrada. 
  • Sensação de calor 
  • Náusea e às vezes vomitar 
  • A hipertensão Severa pode causar hemorragias nasais repentinas e severas 
  • Pulsação do coração Irregular 

Hipertensão arterial sistêmica 

A pressão alta se dá quando a pressão arterial sistólica, contração, igual ou maior 140 mmHg (milímetros de mercúrio) e diastólica a de dilatação, igual ou maior que 90 mmHg, mais conhecida, como 14×9. 

Acima disso, já desperta preocupação, sendo considerada alta, demandando de atenção e tratamento. 

Efeitos da hipertensão 

A pressão alta, com o tempo, danifica as paredes arteriais, o que pode levar a uma série de complicações, como a aterosclerose que é o acumulo de depósitos ou de chapas de gordura nas paredes que alinham as artérias, calcificando-as e as deixando frágeis, o que restringe o fluxo de sangue, ou possibilita a formação de coágulos, facilitando ataques do coração, ou AVCs.

Além disso, os bloqueios vasculares relacionados com a arteriosclerose nas veias pélvicas e nas pernas podem lesar a retina ocular (retinopatia relacionada com a hipertensão) o que, à longo prazo, causa transtornos na visão.  

A hipertensão não tratada pode causar várias lesões também ao coração. 

Quanto maior for pressão arterial, mais o coração esforça-se para bombear o sangue para a artéria principal, a aorta.  

O músculo cardíaco adapta-se a esse estresse crescente e engrossa com o passar do tempo, criando uma hipertrofia do músculo cardíaco, criando o chamado ”coração hipertenso”, dificultando seu funcionamento, em comparação a pessoas com pressão arterial normal, o risco de ter um ataque aumenta três ou quatro vezes para os pacientes com pressão alta.  

80% dos ataques dão-se por uma oclusão da veia, 20% em hemorragia cerebral. 

Em 1/3 dos casos, a pressão alta afeta diretamente o cérebro, causando o fechamento de uma artéria cerebral ocorre devido a um coágulo de sangue que destrói a parede calcificada da artéria, causando o famoso AVC. 

Outro órgão que pode ser afetado é o rim. Ocorre quando há problemas nas veias menores, como as dos rins, que representam parte do seu sistema de filtração. 

 Se a diabetes se junta à hipertensão, os rins ficam ainda em maior risco.  

Causas da hipertensão

Entre os pacientes hipertensos, 95% não possuem causa orgânica, ou seja, ela é causada por predisposições hereditárias e fatores externos como , estresse, obesidade, ou alimentação.  o que é HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA

Doenças orgânicas ou distúrbios hormonais são os responsáveis pela hipertensão em apenas 5% dos casos. 

95% Primária: Relacionada ao meio ambiente, ou seja, a seu estilo de vida. Alimentação, sedentarismo, estresse, tabagismo, consumo de álcool, hereditariedade, etc. 

5% Secundária: Causas que são identificáveis, como uso de alguns medicamentos, gravidez ou doenças renais. 

Tratamentos Naturais 

Além da medicação, há recursos que ajudam a regular sua pressão. 

São eles, alimentação e exercícios.  ( Nosso Portal Indica o Programa Hipertensão Controlada da Dra Wany )

ATIVIDADE FÍSICA 

O primeiro ponto a ser observado é não iniciar quaisquer exercícios sem antes consultar seu médico. Além da autorização, você precisa de orientações sobre quais os mais indicados e o melhor, eles devem ser feitos sempre na companhia de profissionais da área. 

Àqueles que tiverem a pressão arterial sistólica e/ou diastólica superior a 160 ou 105 mmHg, não é recomendado que realizem atividades físicas intensas, ou seja, recomenda-se exercícios leves. 

Lembrando que esse tipo de exercício ajuda também no controle do estresse, outro fator comum de aumento da pressão.  

Caminhadas, ciclismo, natação, corrida e dança, de três a cinco vezes por semana, com apenas 30 minutos diários, são os mais indicados. 

ALIMENTAÇÃO 

A ordem principal é evitar produtos com alto teor de conservante. Eles são ricos em sódio, e aumentam muito a pressão. 

E não são só alimentos salgados que possuem sódio é bom ficar atento, refrigerantes, sucos industrializados, entre outros doces, mascaram o sódio com alta quantidade de açúcar. 

No caso de grãos, dê preferência aos integrais. 

Opte sempre por temperos naturais, como cebolinha, salsinha, coentro, alho, cebola, manjericão, etc. 

E por ultimo, caso não haja uma restrição prévia por parte de seu médico, consuma potássio, pois ele induz a queda da pressão, além de proteger seu coração. 

O problema da desinformação 

Estudos apontam que muitos dos pacientes, abandonam o tratamento, ou se quer tem acesso a ele, por falta de informações. 

Consultas médicas duram em média, três minutos. Isso mesmo, três minutos, ou seja, os médicos não orientam os pacientes da maneira que deveriam. E nem teriam como devido à demanda, por isso é tão importante o papel do estado na divulgação das informações, passando essa tarefa as unidades básicas de saúde, os conhecidos “postinhos” médicos. 

A pressão alta, não tem uma cura, ou seja, é crônica e precisa ser controlada. Muitos o fazem com medicação, entretanto, é possível controlá-la com mudança de hábitos alimentares, exercícios e recursos naturais. 

Mas suas consequências são severas. Por isso é importante estar atento a todos os sintomas e procurar um médico para avaliação.